“O Poeta e o Cavaleiro” é uma crítica social e politizada para crianças

Para seu filho, como seria a melhor cidade do mundo? Para Pedro Bandeira, autor de O Poeta e o Cavaleiro, a cidade de Findomundo é perfeita. Nela, quase todos os habitantes são eleitos para algum cargo.

Em Findomundo, a democracia funciona na sua forma mais completa: o duque pode ser eleito para se tornar porteiro (se ele quiser) e o porteiro pode ser escolhido para o cargo de duque (se ele também quiser).

E o narrador da história, um vendedor de bolhas de sabão metido a espertinho, sempre achou que tinha vocação para este negócio, e não precisou de voto de ninguém para escolher a profissão.

A cidade vivia em harmonia. Até a chegada de um temível dragão à cidade – e, junto com ele, a salvação: o Dom Pendragon de Cantalupo, um caçador de dragões.

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O herói chegou a Findomundo pronto para destruir o dragão e restabelecer a ordem na cidade, mas será que é claro que ele vai pedir algo em troca – algo que vai bagunçar a ordem social da maravilhosa cidade fictícia.

Escrito há mais de 25 anos, O Poeta e o Cavaleiro é um livro gostoso de se ler, e ainda mostra que até mesmo na ficção, as convenções sociais – por melhor que sejam para alguns – vivem se transformando.

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O Poeta e o Cavaleiro
Autor: Pedro Bandeira
Editora: Moderna
Páginas: 96
Lançamento: 2006
Ilustrador: Marcos Guilherme

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